08
Set 08

Comissão Nacional de Eleições    Posta que está a reentrada em cena dos principais partidos políticos, sendo o próximo ano uma maratona eleitoral, o Tomar Sentido está a preparar uma publicação, que visa elucidar os tomarenses sobre a temática da política e do sistema eleitoral português, com referências as principais partidos políticos, coligações e no caso tomarense, numa antevisão das próximas autárquicas a realizar entre Setembro e Outubro do próximo ano.

   Consulte o Tomar Sentido regularmente, para saber novidades.

 

 

   Entretanto, faço sugestão consultar o Blogue Nabantia, que está a fazer uma série com antevisão dos meandros das autárquicas tomarenses.

publicado por Antigo Mail às 20:52

05
Set 08

Albufeira e Barragem do Castelo do Bode    Segundo a últimas notícias publicadas no Jornal Cidade de Tomar, com base num estudo publicado pelo Diário de Notícias, em que se lê "Tomar entre os mais caros do país na factura dos SMAS", vem reforçar a ideia vigente, de que Tomar, não ostenta vantagens em relação aos concelhos vizinhos, segundo um mapa deste jornal, Tomar fica classificada com a legenda de "mais de 250 euros" anuais pagas pela água, ao contrário dos concelhos limítrofes, com excepção de Abrantes, ainda assim, Abrantes figura no patamar anterior entre os 200 e os 250 euros anuais, figurando Tomar, como o concelho mais caro de todo o Distrito de Santarém e da Comunidade Urbana em que se insere, comparativamente, os concelhos vizinhos, pagam em média menos 100 euros anuais, e no Distrito, uns confortáveis 50 euros anuais no Concelho da Chamusca, este último o mais barato do distrito e ficando classificada entre os oito mais baratos do país.

   Pena é que, não é somente na água que se verifica a carestia em Tomar, mas em muitos outros aspectos, onde se destaca os preços de habitação, a começar pelos encargos municipais e pela burocracia. Tais factos implicam um aumento do preço final de habitação, a somar a isto, o facto de não se perspectivar expectativas de emprego seja pela falta dele ou por não existir futuro em muitas carreiras e, se por um lado, o custo de vida é elevado, se estabelecer residência é custoso e moroso e, a generalidade dos preços dos serviços é alta, por outro lado, deveriam existir outras compensações que permitissem eleger Tomar como um concelho a investir e morar, infelizmente, não se pode dizer que seja assim, é que ao assistirmos às realidades desta cidade notamos a falta em infra-estruturas sociais, culturais e comerciais, na generalidade, encontramos mais serviços e comércio em concelhos vizinho com menores custos de vida.

   Portanto, não nos podemos fiar nas belezas das terras templárias, isso por si só não chega, as populações necessitam de urbes que lhes garantam futuro laboral, espaços sociais de lazer e cultura, e obviamente de um custo de vida menor. Desafortunadamente, ao fazermos pender na balança as vantagens e desvantagens tomarenses, esta penderá para as desvantagens, não oferecendo nenhuma vantagem comparativamente aos concelhos da região.

publicado por Antigo Mail às 22:18

04
Set 08

Extinta Região de Turismo dos Templários    É um facto consumado, a extinção da Região de Turismo dos Templários - Floresta Central e Albufeiras, o que vem no seguimento, primariamente de uma reestruturação do Turismo, e das entidades promotoras, mas também, é o culminar, de uma região que infelizmente, não se pode gabar de oferta de qualidade, isto refira-se a Tomar.

   O turismo apontado como o Salvador da economia tomarense, e que não obstante a região tenha muito para oferecer, não se mostrou como actividade de importância vital, nem o pode ser, e há muito que o digo, julgo não ser possível sustentarmo-nos no turismo e ver nele a ponte para o futuro, tal constitui uma grande ilusão, a actividade turística deve ser encarada como um complemento deveras importante, mas é necessário relembrar, que é uma actividade não dependente da vontade interna, depende muito das flutuações nos mercados na sua maioria externos, aqueles que realmente proporcionam condições para a vinda de turistas, e se este ano não se pode dizer que foi mau, dada a grande afluência de "forasteiros" e de outras línguas, tal não que dizer que esteja assegurado para o próximo ano, sem contar que em Tomar a época predominante é a do Verão.

   Posto isto, somos obrigados a constatar que, Tomar perdeu a sua actividade industrial, em tempos bastante importante e de grandes dimensões, e hoje, assiste-se a uma quebra da hegemonia nabantina sobre a Região do Médio Tejo, actualmente, são os tomarenses aqueles que são mais dependentes de serviços fora da sua cidade, e isto salda-se em primeiro lugar pela falta do dinamismo industrial e devido a este a quebra no comércio, que em última instância é quem dá vida à cidade e permite novos investimentos.

   Em vez disso, preferiu-se, erroneamente, dar uma carga importante ao turismo, com a agravante de nada se ter feito, incluindo o encerramento do Parque de Campismo sem alternativa próxima, a soma a isto, temos uma perspectiva sempre nefasta para os interesses da cidade que é o elitismo e, enquanto as mentalidades elitistas se mantiverem, maior será a queda e consequentemente maior o atraso em relação ao Médio Tejo, é esta tendência de elitizar Tomar, é má e catastrófica e, já o foi provado nas últimas décadas, em que Tomar não progride, cruzando os braços, agarrados ao seu elitismo julgando ser o suficiente. Resultado: Da principal cidade da região estamos a baixo de outras cidades em vários aspectos, e ainda assim, há uma parte da população que não quer ou não consegue livrar-se deste aparente elitismo, têm-se a noção de que Tomar penas está reservada ao Turismo mais caro, o utilizador de Hotéis entre outros, mas o problema é que só existe um Hotel de grandes dimensões, enquanto que ao passo do turismo de campismo ou do turismo de excursão, estes sim, os que trazem maior vitalidade económica, são esquecidos, fechasse os Parques de Campismo, os WC's públicos, deficientes espaços de merendas e de parques de estacionamento de autocarros, entre muitas outras falhas, o que faz ver a título de exemplo, das poucas excursões que vêm a Tomar, a azáfama em encontrar espaço para estacionar (só no mercado), para merendar, WC's e espaços de lazer. Uma autêntica vergonha para esta cidade, é de lamentar como é que mostramos uma cidade desprovida de uns simples lavabos, até as mais pequenas aldeias conseguem oferecer estas pequenas infra-estruturas.

   Onde estão os espaços verdes e de lazer?

   As infra-estruturas necessárias?

   Os postos de informação acessíveis?

 

   Deplorável mesmo, não admira que se extingam Regiões de Turismo, se por um lado observamos à guerra de tutelas, por outro lado estará à espera que estes mecanismos centrais cheguem a acordo? Como se costumava dizer, estão muito altos para ver o que se passa, e a Câmara tem de se empenhar mais no assunto, não é ficando impávida e serena, que a organização vai cair do sítio, bem como os arranjos entre outros, infelizmente é o poder local que tem de intervir enquanto é tempo, pois também têm uma palavra a dizer, e não adianta dizer que não tem competências para tal, porque é o organismo que representa o povo tomarense, e se bem me lembro, ainda está o escrito na Câmara Municipal: "O Povo é quem mais ordena.", assim está mais do que visto que o turismo não é a salvação tomarense, dá um bom contributo mas não é vital, o município detinha uma importante actividade industrial que não soube manter, com todas as consequências sociais que daí advém e, por último, a sua arrogância elitista levou a que agora não sejamos mais uma importante cidade, no contexto do Médio Tejo e do País. Embora o atraso seja grande, nada está perdido, agora é necessário trabalhar, reformular este executivo, incluindo PS e PSD, e trabalhar o dobro para compensar os largos anos e fundos perdidos.

publicado por Antigo Mail às 02:15
tags:

01
Set 08

Rio Nabão - Ponte Velha   O primeiro artigo que aqui se escreve, diz respeito, a outro lamentável problema nabantino, que se prende pela falta de civismo, não o civismo público (que o é também), mas o civismo político, que há anos a fio vem tombando o débil equilibrio camarário, falo obviamente, da mais que óbvia incapacidade de concenso entre os principais intervenenientes, para o sucesso de qualquer metrópole, como em quase todo o território nacional, é notorório logo há primeira vista o seguinte, existem três tempos paralelos, se assim se pode dizer, um é o tempo normal, que uma qualquer economia leva a se desenvolver, tomando em conta as suas especificidades e necessidades, outro é o tempo que se idializa, e que parece perfeito, pretendido por todos e prometido por uns, e finalmente, o tempo político, que vulgarmente se populariza por derrapagens financeiras, erros técnicos, e medidas inuteis. E como se observa isto? Não se pode dizer que Tomar estivesse atrasada na média nacional, em certa medida, o timing nabantino até estava medianamente correcto, um índice de produtividade equiparável às principais regiões industriais portuguesas. Embora estando enfim num tempo médio e perfeitamente aceitável, acontece que de há duas décadas, os outros tempos, começam a interferir, todos nós queremos que tudo corra pelo melhor, e quando assim é, as principais forças políticas entram em cena, prometendo mundos e fundos e pior do que isso, resultados quase instantâneos, ora como muitos devem saber, isso é em larga maioria, a economia não se desenvolve em escassos anos. Infelizmente, na luta política não prevalece o comum, mas sim, tentar ganhar cada eleição num ciclo de 4 anos, e se por um lado, foi prometido o céu, mas, na verdade, isso foi impossível, assiste-se a uma tentativa desesperada de cativar os eleitores, pondo em risco o tempo normal, usualmente, o que se faz é por altura das grandes decisões construirem-se obras de impacto ou simplesmente falando, obras de fachada, cujo intuito é o de promover pessoalmente o lider do momento, levando ao esquecimento das reais necessidades colectivas.

   É isto que aconteceu em Tomar, resultado: obras sem nexo, gastos fúteis, endividamentos e pior, retrocesso económico.

   No caso tomarense, muita gente viu no turismo uma óptima fonte para o desenvolvimento, de seguida, projectos impraticáveis, descuido da actividade industrial, tentativas de auto-promoção pública que geraram, a quebra da secular actividade indústrial, mau aproveitamento dos recursos turísticos, e sobre-endividamento camarário, não contando obras erróneas ou fora de prazo que apenas servem de pura propaganda política.

 

   Mas infelizmente isto não fica aqui, como não basta esta ânsia de fazer passar trabalho feito, existem ainda os meandros da política, acusações e trocas acesas de palavras que originam autênticas discussões disparatadas e improdutivas. E claro, o eterno embate entre o PS, PSD e algumas pessoas que ora andam aqui ora andam ali.

   Poder-se-ia referir vários aspectos, como sendo o recente caso entre Luis Ferreira deputado municipal e Pedro Marque vereador dos Independentes, de seguida vai uma transcrição de um artigo de opinião publicado esta semana no Jornal Cidade de Tomar, escreve Luir Ferreira: "Em política, como na vida direi mesmo, a memória é importante. Cometer o mesmo erro várias vezes ou é sintoma de ignorância ou de masoquismo. Penso que por uma razão, quer pela outra, esquecer o que forma os anos de Pedro Marques como presidente de câmara em Tomar seria para todos um erro colossal e de consequências imprevisíveis!" e, perante este comentário, o que se pode dizer, tudo bem, não se deverá esquecer esse tempo, mas acima de tudo não nos podemos esquecer da era Pedro Marque e PS, sendo assim com que moral se presta o PS em se achar a alternativa para o município tomarense? O próprio PS (ou pelo menos um seu deputado) afirma que o mandato PS de Pedro Marques foi mau. A ser assim, será que o PS não tem culpa, obviamente que tem, e vir agora acusar uma pessoa, na altura cabeça de lista do PS e leito pelo PS, é no mínimo deplorável, e com isto não se defende Pedro Marques, condena-se sim as opções políticas do PS é da sua tão grande arrogância e falsidade.

 

   Ora se por um lado está mais do que provável que o PS de Tomar, não soube liderar quando teve oportunidade e pior do que isso vir depositar todas as culpas numa mesma pessoa e, igualmente olhando para o que o PSD tem feito, obras sem nexo, errors graves de planeamento e erros nas próprias obras, sem contar com a quase situação de falência da Câmara, resta-nos interrogar: NÃO ESTARÁ NA ALTURA DE MUDAR? BE OU CDU?

 

   Fica a questão!

publicado por Antigo Mail às 18:48
tags:

   (re)inaugura-se hoje o Tomar Sentido, pós tentativas vãns e sem sucesso, este espaço volta a renascer.

 

   MUITO BEM VINDOS

publicado por Antigo Mail às 18:38

Setembro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9
12

17
18
20

21
22
23
24
25
26
27

28
30


subscrever feeds
pesquisar
 
blogs SAPO